sexta-feira, 2 de março de 2012

BRAVOS NORDESTINOS



POEMA POPULAR NORDESTINO

"Eu sou cobra criada na caatinga"
Já conheço as tocas do caminho
Meu alforge é carregado de oração
Aprendi a ser valente com Lampião
Mas a minha arma de fogo é a fé
Acredito em Jesus de Nazaré
E na força do povo do sertão"


segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

SAUDADE



Saudade é solidão acompanhada,
é quando o amor ainda não foi embora,
mas o amado já…

Saudade é amar um passado que ainda não passou,
é recusar um presente que nos machuca,
é não ver o futuro que nos convida…

Saudade é sentir que existe o que não existe mais…

Saudade é o inferno dos que perderam,
é a dor dos que ficaram para trás,
é o gosto de morte na boca dos que continuam…

Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade:
aquela que nunca amou.

E esse é o maior dos sofrimentos:
não ter por quem sentir saudades,
passar pela vida e não viver.

O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.

Pablo Neruda

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Triste É Quem Pensa Em Não Ser Alegre



As palavras podem ser belas, talvez quem sabe... pode ser uma mensagem ou uma alusão ao futuro.

Agradeço de coração aos sabios e-mails dos fãs do blog pedindo pra mim lançar uma radio na internet.

sabe, é interessante mas não é voráz, não tem o tenro sabor do vinho de garibaldi, não tem o infinito amor pelo cheiro de mato vindo das pradarias do canion do itaibézinho na serra.

não tem o cheiro de marisco branco que esconde o sucesso do seu sabor nas areias quentes escaldantes deste dias de verão.

Não tem pelo menos amor sincero de amada, quando toca a música e se agarra ao seu amor como se fosse a última valsa a dois.


Não tem a esperança de vida de quem esta em situação dificil num hospital, sem perpesctiva de sobreviver no entanto com o coração louco pra pular da cama e gritar mundo estou aqui..

Triste é quem fica pensando em seu intímo sombrio, alegre é a quele que se agarra nas vestes do novo tempo cheio de estripulias e piadas pra contar.

Barbaro é aquele que esta sempre a procura de justiça, derrotado é aquele que se atira no fundo do posso quando sempre tem um ombro amigo ao seu lado e o mesmo ignora.

A radio esta no seu coração, o som esta nos cantos dos pasarinhos e a esperança é ultima que morre, é vertente luminósa em corações dividos entre a ternúra e a paixão, é a vida é o sonho.

Autor -- João Batista Da Silva








e










segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Guantanamera



Guantanamera,
Uma linda guantanamera,
Nos campos verdes,
És campo de primavera.

Eu sou um homem sincero,
De onde crescem as faunas,
Eu sou um homem sincero,
De onde crescem as faunas,
E antes de morrer espero,
Cantar em versos minha alma,

Guantanamera,
Ó linda guantanamera,
Nos campos verdes,
És campo de primavera,
Meu verso de verde claro,
Que sobre as cinzas da vida,
Meu verso de verde claro,
Que sobre as cinzas da vida,
Meu verso é um ser ferido,
Que busca no monte, amparo.

Guantanamera,
Ó linda guantanamera, Nos campos verdes, És campo de primavera, Com os humildes da terra,Vou minha sorte deixar,
Com os humildes da terra,
Vou minha sorte deixar,
Um fio d'água na serra,
me encanta mais que o mar.
Guantanamera, Uma linda guantanamera, Nos cvampos verdes,És campo de primavera,
Guantanamera,
Ó linda guantanamera,
Nos campos verdes
És campo de primavera.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

É Por Você Que Canto




É Por Você Que Canto - Valdenice

Quanto mais o tempo passa

Mais eu gosto de você

Este seu jeito de me abraçar

Este seu jeito de olhar pra mim

Foi que fez com que eu gostasse logo de você

Tanto assim

É por você que canto

Quanto mais você me abraça

Mais eu quero ter você

Cada beijo que você me dá

Faz meu corpo todo estremecer

Sem você eu sei que não teria nenhuma razão pra viver

É por você que canto

Pode tudo trasformar

Pode tudo se perder

Pode o mundo virar contra mim

Aconteça seja lá o que for

Cada dia que passar eu quero ainda muito mais

Seu amor

É por você que canto
 

domingo, 22 de janeiro de 2012

De Machu Picchu para o Mundo



O Peru comemora neste mês de julho cem anos da redescoberta de Machu Picchu, a “cidade perdida dos incas”. Localizada nos Andes, a região era praticamente desconhecida até que o explorador norte-americano Hiram Bingham (1876-1956) alcançou o local em 1911. Ele desbravou mata fechada com ajuda de moradores locais e precisou limpar todo o lugar para que as ruínas fossem reveladas. Um ano depois, publicou várias fotografias na revista National Geographic e fez de Machu Picchu um dos ícones da arqueologia mundial.

O governo peruano preparou uma série de comemorações para celebrar “o descobrimento de Machu Picchu para o mundo”. Mas, em vez de realizar as festividades no dia 24 de julho, data em que Bingham chegou na cidade, antecipou a celebração para o dia 7 de julho – quando a cidadela inca foi escolhida como uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno, em 2007.

Rodeada pela Cordilheira dos Andes e possivelmente construída entre os séculos XV e XVI, a cidade sagrada dos incas ficou cinco séculos escondida na densa floresta a sudoeste do país, numa área que atualmente pertence ao estado de Cusco, que foi capital do Império Inca.

Bingham era professor de história das Américas na universidade de Yale (EUA) e veio em expedição procurar a cidade perdida Vilcabamba, assolada pela invasão espanhola no início do período colonial. Ele estava intrigado com o desaparecimento do povo inca e desde 1908 viajava pela América Latina procurando pistas. Seu guia era um menino de oito anos filho de um camponês local.


"Bendito e o povo que eterniza sua história"
João Batista da Silva

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O Lenhador



Pedro, um lenhador, após um grande trabalho em uma área de desmatamento, se viu desempregado. Após tanto tempo cortando árvores, entrou no corte! A madeireira precisou reduzir custos...

Saiu, então, à procura de nova oportunidade de trabalho. Seu tipo físico, porém, muito franzino, fugia completamente do biotipo de um lenhador. Além disso, o machado que carregava era desproporcional ao seu tamanho. Aqueles que conheciam Pedro, entretanto, julgavam-no um ótimo profissional.

Em suas andanças, Pedro chegou a uma área reflorestada que estava começando a ser desmatada. Apresentou-se ao capataz da madeireira como um lenhador experiente. E ele o era! O capataz, após um breve olhar ao tipo miúdo do Pedro e, com aquele semblante de selecionador implacável, foi dizendo que precisava de pessoas capazes de derrubar grandes árvores, e não de "catadores de gravetos".
Pedro, necessitando do emprego, insistiu. Pediu que lhe fosse dada uma oportunidade para demonstrar sua capacidade. Afinal, ele era um profissional experiente! Com relutância, o capataz resolveu levar Pedro à área de desmatamento. E só fez isso pensando que Pedro fosse servir de chacota aos demais lenhadores. Afinal, ele era um fracote...

Sob os olhares dos demais lenhadores, Pedro se postou frente a uma árvore de grande porte e, com o grito de "madeira", deu uma machadada tão violenta que a árvore caiu logo no primeiro golpe. Todos ficaram atônitos!

Como era possível tão grande habilidade e que força descomunal era essa, que conseguira derrubar aquela grande árvore numa só machadada? Logicamente, Pedro foi admitido na madeireira. Seu trabalho era elogiado por todos, principalmente pelo patrão, que via em Pedro uma fonte adicional de receita.

O tempo foi passando e, gradativamente, Pedro foi reduzindo a quantidade de árvores que derrubava. O fato era incompreensível, uma vez que Pedro estava se esforçando cada vez mais.

Um dia, Pedro se nivelou aos demais. Dias depois, encontrava-se entre os lenhadores que menos produziam... O capataz que, apesar da sua rudeza, era um homem vivido, chamou Pedro e o questionou sobre o que estava ocorrendo. "Não sei", respondeu Pedro, "nunca me esforcei tanto e, apesar disso, minha produção está decaindo".

O capataz pediu, então, que Pedro lhe mostrasse o seu machado. Quando o recebeu, notando que ele estava cheio de "dentes" e sem o "fio de corte", perguntou ao Pedro: "Por que você não afiou o machado?".

Pedro, surpreso, respondeu que estava trabalhando muito e por isso não tinha tido tempo de afiar a sua ferramenta de trabalho. O capataz ordenou que Pedro ficasse no acampamento e amolasse seu machado. Só depois disso ele poderia voltar ao trabalho. Pedro fez o que lhe foi mandado.

Quando retornou à floresta, percebeu que tinha voltado à forma antiga conseguia derrubar as árvores com uma só machadada.

(autor desconhecido)